quinta-feira, fevereiro 26, 2026
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Diz a lenda: A casa do povo e dos fantasmas

Dizem que pelos corredores da Câmara Legislativa do Distrito Federal não circulam apenas parlamentares, assessores e projetos de lei. Há quem jure que o prédio abriga “entidades” dos mais variados níveis e categorias — algumas visíveis, outras nem tanto.

Mas o que tem intrigado até os mais céticos é a história de uma servidora que teria desenvolvido o dom da ubiquidade: materializa-se em uma faculdade em Formosa enquanto, segundo relatos, também dá as caras no Distrito Federal. Entre o DF e Formosa, a “alma” transitória desafia as leis da física — e da folha de ponto.

Coincidência? Milagre administrativo? Ou apenas mais uma daquelas histórias que ganham vida própria nos cafezinhos da Casa? Como toda boa lenda, os nomes ficam guardados — e a dúvida, plantada.

Contratos e contratos

Em outra ala do reino, um jovem herdeiro de tradicional empresário da cidade anda arrancando mais fios de cabelo do que deveria. O motivo? A possibilidade de ver escapar contratos milionários no Governo do Distrito Federal.

De segurança em segurança, de abraço em abraço, a trama ganha contornos de novela. Há quem diga que, se a maré de Troncoso virar, não haverá bombeiro, polícia ou santo forte capaz de apagar o incêndio político-financeiro que se aproxima.
Nos bastidores, o silêncio fala alto — e o barulho dos contratos, mais ainda.

Buriti, o palácio de doce e limão

No centro do reino encantado da capital ergue-se o Palácio do Buriti, onde um certo rei — conhecido por sua firmeza e por não medir palavras — enfrenta dias de tensão.
Conta-se que, ao peitar seus súditos da Câmara Baixa, o monarca viu o clima azedar. Entre um copo de suco de uva e outro, tenta manter a serenidade. Mas há quem diga que, quando a irritação fala mais alto, o telefone vira cetro: ligações atravessam gabinetes carregadas de broncas e exigências.

Viajando ora nas asas de um avião, ora no lombo de um cavalo imaginário, à procura de animais de chifre e brancura igual à Qboa, o soberano se depara com fantasmas do passado — e com o peso de ter dado ouvidos a três súditos da Câmara Baixa, afeitos a fofocas e mensagens de WhatsApp. As intrigas renderam ao rei um belo calo político: alguém com nome e sobrenome, que fala por portais, é jornalista, tem informações e sabe como jogar o jogo.

E, se as profecias de corredor estiverem certas, o rei pode ser deposto antes mesmo de o ano acabar — e seu reinado terminar em uma área da cidade onde, dizem as más línguas, morava uma senhora conhecida como Papuda.
Como toda boa lenda urbana, ninguém confirma. Ninguém desmente.
Mas no reino do poder, até os finais podem ser surpreendentes. 👑

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