Inaugurado em 2024, o viaduto Itapoã/Paranoá foi projetado para melhorar o fluxo entre as duas regiões, que juntas ultrapassam 120 mil moradores. A antiga rotatória não atendia mais ao volume de veículos, e a nova estrutura, com dois níveis e três faixas por sentido, reduziu congestionamentos e tempos de deslocamento.
Apesar dos avanços, o trecho ainda sofre com um problema crítico: a falta de sinalização adequada. Motoristas afirmam que não há placas antecipadas indicando as saídas para o Paranoá, o que tem gerado confusão constante. De acordo com um morador da área que preferiu não se identificar, “mudaram a saída para o Paranoá e a sinalização fica depois dela, você só vê que tem de entrar quando tá em cima”.
Sem avisos prévios, muitos condutores só percebem a necessidade de acessar a alça quando já passaram do ponto correto. Essa situação tem resultado em manobras bruscas, erros de trajeto e registros de acidentes no local.
Com o novo desenho viário e as alterações recentes no trânsito, quem não conhece bem a região encontra ainda mais dificuldade para se orientar. A ausência de sinalização horizontal reforça o problema, especialmente à noite e em períodos de fluxo intenso.
Moradores reconhecem que o viaduto trouxe melhorias, mas cobram urgência na conclusão da obra e na instalação de placas visíveis, bem distribuídas e posicionadas antes das saídas.
A expectativa é que o GDF finalize a sinalização e elimine os pontos de risco para garantir segurança e fluidez aos motoristas que utilizam diariamente o acesso entre Itapoã e Paranoá.



