terça-feira, fevereiro 10, 2026
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PF vê atuação de aliado de Alcolumbre em aporte da Previdência do Amapá ao Banco Master


 

Relatório aponta que Jocildo Silva Lemos, ex-tesoureiro de campanha de Davi Alcolumbre e presidente da previdência estadual, influenciou decisões que direcionaram R$ 400 milhões ao Banco Master.

A Polícia Federal (PF) afirmou em relatório enviado à 4ª Vara Federal que Jocildo Silva Lemos, presidente da Previdência do Amapá, teve papel central na destinação de R$ 400 milhões em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. Jocildo, ex-tesoureiro de campanha do senador Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, foi indicado pelo parlamentar ao cargo e alvo da operação deflagrada em 6 de fevereiro de 2026.

Os investigadores destacam que, além de presidir a previdência, Jocildo coordenava o comitê de investimentos e exerceu influência direta nas três reuniões realizadas em julho de 2024 (dias 12, 19 e 30) que trataram da aplicação dos recursos no banco. Ele teria influenciado votações que autorizaram os aportes, mesmo com alertas técnicos sobre risco e concentração excessiva em uma única instituição financeira.

A PF aponta que decisões avançaram sem exigência prévia de análises detalhadas sobre a situação do Banco Master, de Daniel Vorcaro. Essa prática foi considerada fora do padrão de cautela esperado na gestão de fundo previdenciário. A Caixa Econômica recusou adquirir os mesmos ativos por considerá-los de risco elevado, o que reforça indícios de que sinais de alerta foram ignorados pela cúpula da Previdência do Amapá.

Jocildo participou das deliberações que aprovaram as aplicações e assinou autorizações para transferência efetiva dos recursos, conectando decisões do comitê à liberação dos valores. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados a José Milton Afonso Gonçalves, apontado como mentor intelectual e articulador das operações, e a Jackson Rubens de Oliveira.

A operação foi encaminhada diretamente à primeira instância da Justiça Federal do Amapá, sem envio ao Supremo Tribunal Federal (STF). A medida considerou precedente em investigação do Rioprevidência, onde o ministro Dias Toffoli declinou competência, e ausência de investigados com foro privilegiado. Não há indicação de submissão do pedido ao gabinete de Toffoli.

A coluna procurou o senador Davi Alcolumbre, mas não houve retorno até o fechamento da edição.

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