Seis meses após assinatura da ordem de serviço com promessa de asfalto na estrada de acesso à Escola Classe Aguilhada, moradores enfrentam poeira, lama e descumprimento de prazos.
Passados seis meses da assinatura da ordem de serviço pela então vice-governadora Celina Leão (PP), a prometida pavimentação da estrada de acesso à Escola Classe Aguilhada, em São Sebastião, praticamente não saiu do papel. O trecho de 3,6 km, que liga a BR-251 à escola, continua sendo uma via de terra cheia de buracos, poeira e lama.
A obra, orçada em R$ 3,6 milhões e incluída no programa Caminho das Escolas do DER-DF, foi anunciada com grande destaque em outubro do ano passado. Na ocasião, Celina Leão (PP) destacou o impacto social da pavimentação, afirmando que traria “cidadania” para as crianças que chegavam sujas à escola por causa da poeira ou da lama.
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Moradores relatam que, desde a assinatura do contrato, houve apenas pequenas movimentações de terra no início do trecho e pouca atividade. Placas anunciando a obra são o que mais se vê no local. A previsão inicial de entrega era março deste ano, mas o prazo não foi cumprido. Em março, o governo publicou aditivo prorrogando o término para 13 de junho.
Reportagem exibida ontem pela Globo DF/TV mostrou a insatisfação dos moradores. Produtores rurais reclamam que os veículos quebram constantemente na estrada ruim, gerando prejuízos. Uma moradora que fez cirurgia e precisava ir ao Hospital de Base relatou fortes dores no trajeto de terra. As crianças, por sua vez, chegam à escola sujas de poeira ou lama, dependendo da estação.
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A Escola Classe Aguilhada atende 168 estudantes da educação infantil e do ensino fundamental. Além dos alunos, a pavimentação também beneficiaria produtores rurais da região, que dependem da via para escoar produção. Durante a cerimônia de assinatura, Celina Leão (PP) chegou a anunciar que o asfalto seria estendido até a unidade básica de saúde da região.
Até o momento, a empresa responsável realizou apenas intervenções pontuais e retirou parte dos maquinários do local, segundo relatos dos moradores. A comunidade cobra do GDF informações claras sobre o planejamento real da obra e o cumprimento do novo prazo.
A demora na execução da pavimentação gera frustração em São Sebastião, especialmente após a forte divulgação feita na época do anúncio, com presença de deputados distritais e promessas de melhoria imediata na qualidade de vida dos estudantes e moradores.
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