No início do Pequeno Expediente desta quarta-feira, 1º de julho, o deputado Clécio Alves (PSDB) trouxe à tribuna seu posicionamento crítico à gestão municipal de Goiânia. O parlamentar questionou as atuais condições de trabalho na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e lamentou a morte de uma trabalhadora de seus quadros, que foi atropelada na madrugada de sábado, 27.
De acordo com Clécio Alves, os trabalhadores da companhia atuam das 18 às 6 horas, em um “trabalho análogo à escravidão”. Além da sobrecarga, o deputado teceu críticas à gestão de Sandro Mabel (UB) por manter diretores e chefes após “acertos extrajudiciais a qualquer custo”.
O tucano rebateu acusações do prefeito de que o deputado teria benefícios na Comurg e, em contrapartida, fez menção a valores que teriam sido destinados à empresa Limpa Gyn, consórcio que atua na limpeza urbana goianiense. “Uma empresa que gastava R$ 400 milhões para funcionar o ano inteiro está gastando R$ 2,1 bilhões”, declarou sobre Sandro Mabel.
Por fim, Clécio Alves se opôs à forma com que a Prefeitura conduz suas contratações. Para ele, há superfaturamento em diversas compras, sem processo licitatório, com adesão de atas e contratações emergenciais.



