segunda-feira, março 9, 2026
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Bancada feminina da Casa conduz sessão solene de entrega da Comenda Berenice Teixeira Artiaga


As deputadas Bia de Lima (PT), Dra. Zeli (UB), Rosângela Rezende (Agir) e Vivian Naves (PP) conduzem, nesta terça-feira, 10, a solenidade para a entrega da Comenda Berenice Teixeira Artiaga, a condecoração oficial da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) às mulheres que se destacam no Estado.

A sessão solene, que comemora o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, será no Plenário Iris Rezende, às 15 horas. Conforme define a resolução que institui a homenagem do Legislativo, cada parlamentar tem direito a duas indicações por ano, a única exceção é o presidente da Casa, que pode nomear dez.

Ao definir o momento solene como “um ato de respeito e gratidão às mulheres que lutaram e continuam lutando por um mundo mais justo e igualitário”, Vivian Naves explica que é uma forma de destacar trajetórias de liderança, dedicação e transformação social, servindo de inspiração para toda a sociedade.

A deputada acrescenta: “É uma oportunidade de refletir sobre os avanços conquistados, mas também sobre os desafios ainda enfrentados, como a violência de gênero, a desigualdade no mercado de trabalho e o acesso a direitos básicos”.

A comenda é representada por uma medalha e um diploma de honra ao mérito, que serão entregues a cada uma das homenageadas durante o evento.

Berenice Teixeira Artiaga

Há 69 anos, a Assembleia Legislativa goiana recebeu a sua primeira deputada, Berenice Teixeira Artiaga. Quando foi assassinado, o marido de Berenice, o então deputado Getulino Artiaga, estava em exercício de mandato. Assim, por indicação do PSD, ela ocupou a vaga na 2ª Legislatura da Casa de Leis. No pleito seguinte, em 1954, foi eleita e permaneceu por mais quatro anos.

A trajetória da ex-legisladora marcou a história política de Goiás e abriu espaço para a participação das mulheres. No Brasil, elas conquistaram o direito de votar há menos de um século, em 1932.

O ponto de virada foi alcançado após mais de cinco décadas de mobilização e luta dos movimentos feministas, os quais já demandavam a ida às urnas nos últimos anos do século XIX, anteriormente até mesmo à proclamação da República.



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