quarta-feira, fevereiro 4, 2026
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Direita aposta em delação de Maduro para tentar desgastar Lula em 2026


Aliados de Flávio Bolsonaro veem crise na Venezuela como oportunidade política contra o presidente

Lideranças da direita brasileira avaliam que uma eventual delação do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pode atingir politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aliados da esquerda na América do Sul. A aposta ocorre após a intervenção dos Estados Unidos em Caracas e a captura de Maduro, mas, até o momento, não há confirmação de que qualquer delação vá ocorrer.

A expectativa, segundo caciques conservadores, é que Maduro possa revelar supostas ligações financeiras entre o regime chavista, iniciado por Hugo Chávez em 1999, e partidos de esquerda da região. Entre os pontos citados estão obras de infraestrutura e relações políticas envolvendo o Brasil durante governos anteriores.

No entorno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, a avaliação é que a crise venezuelana deve ocupar espaço central no debate eleitoral de 2026. Aliados defendem que Lula terá dificuldade em sustentar um discurso de boa relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao mesmo tempo em que critica a ação americana na Venezuela.

Logo após os primeiros ataques, Lula condenou a ofensiva. “Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou o presidente no último sábado (3/1).

EUA x Venezuela
Os Estados Unidos começaram a atacar embarcações venezuelanas em setembro de 2025, alegando, sem provas, combate a grupos de narcotráfico estabelecidos na Venezuela;
Washington mobilizou uma frota de embarcações, incluindo o maior porta-aviões do mundo, para o mar do Caribe;
O presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional;
A escalada continuou e resultou num ataque em larga escala, realizado em paralelo a uma operação militar para captura de Maduro e da primeira-dama, Cília Flores.

Apesar da estratégia da direita, Lula e Maduro romperam relações em 2024, após o governo brasileiro não reconhecer o resultado da eleição venezuelana, realizada sob forte questionamento internacional. Maduro não apresentou as atas do pleito, embora o Conselho Eleitoral Nacional tenha declarado sua vitória com 51,21% dos votos.

No Palácio do Planalto, aliados atribuem parte da recuperação da popularidade de Lula em 2025 à reaproximação com Trump, após tensões causadas por tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros. Encontros internacionais e negociações diretas levaram ao recuo das medidas, fortalecendo a narrativa do governo de pragmatismo econômico e isolamento internacional do bolsonarismo.

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