segunda-feira, maio 4, 2026
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Arruda e Rogério Ulysses defendem cobradores de ônibus do DF: categoria está ameaçada de demissão coletiva

Fim do acordo coletivo em agosto aumenta o medo de demissões dos cobradores do transporte público diante do avanço da bilhetagem eletrônica

Diante desse cenário caótico e desumano, os pré-candidatos José Roberto Arruda(PSD),  e Rogério Ulysses(AVANTE), passaram a defender publicamente a permanência dos cobradores no sistema de transporte.

A insegurança tomou conta da categoria dos cobradores de ônibus. O principal motivo é o prazo do atual acordo coletivo da categoria, que termina em agosto e hoje garante o emprego de aproximadamente três mil profissionais do sistema de transporte público.

Com o avanço da bilhetagem eletrônica e da automação no transporte coletivo, trabalhadores temem uma possível onda de demissões em massa após o encerramento do acordo. Nos bastidores, o clima é descrito como de desespero e apreensão entre pais e mães de família que dependem diretamente da função para sobreviver.

Em vídeos divulgados nas redes sociais e em dezenas de grupos, Arruda e Ulysses, ambos afirmam compromisso com a categoria e prometem lutar pela manutenção dos empregos caso sejam eleitos. O posicionamento ganhou forte repercussão entre rodoviários, que alegam suposta falta de garantias concretas por parte do atual governo, Celina Leão.

A preocupação cresceu após Celina Leão assumir o comando do Palácio do Buriti com a saída de Ibaneis Rocha, que deixou o cargo para disputar o Senado Federal.

Embora não exista anúncio oficial sobre cortes, representantes da categoria afirmam que a modernização do sistema estaria sendo conduzida de maneira supostamente insensível aos impactos sociais da medida. Para os trabalhadores, a retirada dos cobradores significaria não apenas uma mudança operacional, mas um abalo econômico direto sobre milhares de famílias do DF.

O desgaste político do grupo governista também aumentou após controvérsias envolvendo negociações entre o BRB e o Banco Master, caso que gerou críticas da oposição e ampliou o ambiente de pressão política no Distrito Federal.

Enquanto o debate avança, cobradores acompanham com incerteza a aproximação de agosto, mês que pode definir o futuro de uma das categorias mais tradicionais do transporte público da capital.

comfira:

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