Quem mora ou circula pelo Arapoanga sabe o que era a antiga pista única. Congestionamento diário, acidentes frequentes, demora absurda e a sensação de que aquela região nunca seria prioridade. A Avenida Erasmo de Castro e a ponte que liga Planaltina ao Arapoanga eram um verdadeiro gargalo, até que a luta mudou o jogo.
Em 2004, Rogério do Arapoanga (Avante) não ficou só na promessa. Ele acampou. Sete meses inteiros. Dias e noites na frente da obra, cobrando, pressionando e não deixando a demanda morrer. O resultado? A duplicação da DF-130 e da ponte da Avenida Erasmo de Castro. Uma conquista concreta, palpável, que tirou milhares de moradores da via estreita e perigosa e entregou uma estrada digna.
Não foi favor. Foi luta. Foi presença. Foi sacrifício.
Hoje, quem passa pela ponte duplicada e pela via Erasmo de Castro ampliada vive o resultado daquela determinação. Menos engarrafamento. Mais segurança. Mais respeito com o povo do Arapoanga. E tudo isso tem um nome: Rogério do Arapoanga.
Essa é a diferença entre quem só fala e quem acampa. Entre quem promete e quem entrega. Rogério do Arapoanga não pediu a duplicação: ele conquistou.
E o Arapoanga não esquece.
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