Em política, alianças de última hora podem até enganar no palanque, mas não resistem ao primeiro aperto. O eleitor já aprendeu a desconfiar de parcerias forjadas às pressas, movidas apenas por cálculo eleitoral.
Mas há exceções. E uma delas tem nome: Gim Argello (Avante).
Desde que José Roberto Arruda lançou sua pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal, um nome esteve ao seu lado, silenciosamente construindo, articulando e dando sustentação política ao projeto: Gim Argello. Não por acaso. Não por oportunismo. Por convicção e visão de futuro.
Uma parceria que vem de antes do palanque
Enquanto muitos esperaram o cenário se desenhar para escolher um lado, Gim Argello já estava com Arruda desde o primeiro momento. Essa lealdade não é retórica – é um traço de caráter que marca toda sua trajetória política.
Presidente estadual do Avante no DF desde novembro de 2025, Gim foi o responsável por costurar a aliança estratégica entre Avante e PSD, duas forças que, juntas, representam um novo polo de governabilidade para o DF. E fez isso não com discursos vazios, mas com articulação nos bastidores, diálogo com lideranças e compromisso assumido publicamente.
“O DF precisa de união, não de disputas internas. Arruda tem experiência, coragem e visão de futuro. E eu estou nesse projeto porque acredito nele, e, mais do que isso, porque sei que ele vai entregar para o povo do DF”, afirmou Gim recentemente.
O que essa parceria representa para o DF?
Uma chapa não se faz apenas com dois nomes. Faz-se com sintonia, confiança e capacidade de somar. E é exatamente isso que Gim Argello traz à mesa:
· Sintonia – porque acompanha Arruda desde o início do projeto, conhece suas ideias, seu método e sua visão de governo.
· Confiança – porque sua trajetória no Senado, na Câmara Legislativa e no setor privado dá lastro a qualquer compromisso assumido.
· Capacidade de somar – porque tem trânsito nacional, articulação política e conhecimento profundo das necessidades do DF e Entorno.
Enquanto outros nomes ainda buscam se apresentar ao eleitor, Gim já está em campo. Já está ao lado do pré-candidato. Já está trabalhando, não esperando.
O que ele fará ao lado de Arruda?
Quem conhece Gim Argello sabe: ele não é um nome que se contenta com figurino. É um nome de ação. Ex-senador, ex-presidente da Câmara Legislativa, empresário e bacharel em Direito, ele tem experiência para atuar em áreas sensíveis que o DF mais precisa:
· Planejamento urbano e moradia – sua trajetória no setor imobiliário dá uma visão prática sobre como resolver o déficit habitacional.
· Geração de emprego e desenvolvimento econômico – entende de negócios, de incentivos e de como atrair investimentos.
· Articulação política com o Congresso e o Planalto – poucos no DF têm o trânsito que ele construiu no Senado.
Ao lado de Arruda, Gim pode ser o garantidor de que o governo terá não apenas um plano, mas também quem sabe executá-lo – com diálogo, com negociação e, acima de tudo, com entrega.
Resgatar Brasília: uma missão compartilhada
O Distrito Federal vive um momento delicado. Os problemas são conhecidos de todos: mobilidade caótica, saúde pública sobrecarregada, violência em alta, desemprego que não recua. Mas soluções exigem mais do que denúncia – exigem gestão qualificada e união de forças.
Gim Argello e Arruda compartilham essa visão: não dá mais para aceitar o que está aí. É preciso enfrentar. É preciso resgatar Brasília – não como slogan, mas como compromisso.
“Aceitar não resolve. Enfrentar, sim”, repete Gim. E é com essa mentalidade que ele se coloca à disposição, não para ocupar um cargo, mas para construir um projeto de futuro para o DF, ao lado de quem começou essa jornada junto com ele.
O eleitor já percebeu
Quem acompanha a política do DF sabe: a parceria Gim-Arruda não é ensaiada. É verdadeira. Nasceu antes do palanque, se consolidou na articulação partidária e hoje é um dos ativos mais valiosos do campo que quer governar Brasília.
Gim Argello está pronto. Arruda sabe disso. O partido sabe disso. E, cada vez mais, o eleitor também percebe.
O momento é de definição. E o DF não pode errar.



